À semelhança do que tem vibdo a ser já um hábito no panorama musical português, realizar-se-á neste ano a edição de 2010 do Gouveia Art Rock. É um evento que tem vindo a ganhar bastante prestígio internacional e que teve já grandes momentos com presenças muito importantes ao nível da música progressiva. Com algumas alterações no suporte de organização do próprio festival, sucede que parece resistir a alguma desmobilização dos amantes deste género musical. E resiste porque a sua qualidade se impôs a todos os níveis.
Uma presença a destacar este ano é a desta banda húngara, os After Crying. A conhecer ou a relembrar.
O progressivo está de boa saúde e recomenda-se!
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domingo, 7 de março de 2010
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Uma das bandas que faltavam à história dos concertos em Portugal
Com este anúncio fiquei extremamente surpreendido pela positiva. Temos algumas grandes lacunas na nossa história de concertos. Grandes bandas que não tivemos a oportunidade de ver ao vivo porque começámos muito tarde a entender a música como um espectáculo que se quer servido ao vivo. Só após o 25 de Abril o rock se libertou de uma pesada herança de obscurantismo e marginalidade a que fora condenado pelo regime. Diga-se a bem a verdade que não estivmos sós. Bandas como os Rolling Stones eram proscritos em países como o nosso antes da revolução mas curiosamente também o eram noutros países como a URSS. A estupidez política tem destas coisas. O último álbum desta duradoura banda revela o que eu considero um espírito revolucionário na música e principalmente nas palavras, que eu já não esperaria ouvir destes senhores tão bem colocados social e economicamente.
Mas não é de todo sobre essa banda o que nos traz aqui. A referência é meramente um exemplo típico de quanto somos pequenos e muita coisa nos passa ao lado.
Felizmente não está a passar ao lado este ressurgimento do rock progressivo e estamos mesmo na vanguarda em conjunto com outros países que têm uma tradição muito maior do que a nossa na produção e divulgação de bandas e espectáculos deste género.
Já foi mencionada aqui várias vezes a organização de um evento que está a ultrapassar fronteiras pela sua qualidade. Este ano, e é precisamente aí que recai o tema principal deste post, a fasquia foi colocada bem alto ao trazerem ao nosso país uma das grandes bandas mundiais que por muito infortúnio nosso nunca tinha passado pelos nossos palcos, os franceses ANGE que estarão assim a encerrar o promeiro dia do GAR versão de 2008.
Com uma notícia desta magnitude, para mim, já só falta dizerem que vêm cá os PFM... mas isso já seria pedir demais.
Não esquecer de marcar na agenda, 5 e 6 de Abril em Gouveia para mais uma edição do Gouveia Art Rock...
Quanto a mim a ver se é desta que consigo finalmente estar presente.
Discografia a conhecer:
Caricatures (1972)
Le Cimetière des Arlequins (1973)
Au-delà du délire (1974)
Emile Jacotey (1975)
Par les fils de Mandrin (1976)
Tome VI : Live 1977 (1977)
En concert : Live 1970-1971 (1977)
Get-apens (1978)
Vu d'un chien (1980)
Moteur (1981)
La Gare de Troye (1983)
Fou (1984)
Egna (1986)
Tout feu tout flamme... C'est pour de rire (1987)
A propos de... (1982)
Sève qui peut (1987)
Vagabondages (Compilation) (1989)
Les larmes du Dalaï Lama (1992)
Mémo (Compilation) (1994)
Un p'tit tour et puis s'en vont : Live 1995 (1995)
La Voiture à eau (1999)
Rêve partie : Live 2000 (2000)
Culinaire lingus (2001)
Tome 87 (Live) (2002)
Ange en concert : Par les fils de Mandrin (Millésimé 77) (2004)
? (2005)
Le Tour de la Question (2007)
Souffleurs de Vers (2007)
Mas não é de todo sobre essa banda o que nos traz aqui. A referência é meramente um exemplo típico de quanto somos pequenos e muita coisa nos passa ao lado.
Felizmente não está a passar ao lado este ressurgimento do rock progressivo e estamos mesmo na vanguarda em conjunto com outros países que têm uma tradição muito maior do que a nossa na produção e divulgação de bandas e espectáculos deste género.
Já foi mencionada aqui várias vezes a organização de um evento que está a ultrapassar fronteiras pela sua qualidade. Este ano, e é precisamente aí que recai o tema principal deste post, a fasquia foi colocada bem alto ao trazerem ao nosso país uma das grandes bandas mundiais que por muito infortúnio nosso nunca tinha passado pelos nossos palcos, os franceses ANGE que estarão assim a encerrar o promeiro dia do GAR versão de 2008.
Com uma notícia desta magnitude, para mim, já só falta dizerem que vêm cá os PFM... mas isso já seria pedir demais.
Não esquecer de marcar na agenda, 5 e 6 de Abril em Gouveia para mais uma edição do Gouveia Art Rock...
Quanto a mim a ver se é desta que consigo finalmente estar presente.
Discografia a conhecer:
Caricatures (1972)
Le Cimetière des Arlequins (1973)
Au-delà du délire (1974)
Emile Jacotey (1975)
Par les fils de Mandrin (1976)
Tome VI : Live 1977 (1977)
En concert : Live 1970-1971 (1977)
Get-apens (1978)
Vu d'un chien (1980)
Moteur (1981)
La Gare de Troye (1983)
Fou (1984)
Egna (1986)
Tout feu tout flamme... C'est pour de rire (1987)
A propos de... (1982)
Sève qui peut (1987)
Vagabondages (Compilation) (1989)
Les larmes du Dalaï Lama (1992)
Mémo (Compilation) (1994)
Un p'tit tour et puis s'en vont : Live 1995 (1995)
La Voiture à eau (1999)
Rêve partie : Live 2000 (2000)
Culinaire lingus (2001)
Tome 87 (Live) (2002)
Ange en concert : Par les fils de Mandrin (Millésimé 77) (2004)
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Souffleurs de Vers (2007)
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
BEDUÍNOS A GASÓLEO no GAR 2008
Foi anunciada mais uma participação na edição de 2008 do GAR (Gouveia Art Rock). Desta vez e para surpresa positiva trata-se do anúncio da apresentação de uma banda nacional que tem vindo a caminhar por sonoridades diversas rumo à música progressiva.
Embora desconhecendo por completo ainda qualquer trabalho desta formação penso que a qualidade com que a organização do festival tem brindado os previlegiados que têm assistido a este evento único do género no panorama musical nacional e já reconhecido além-fronteiras, dita que será certamente mais um bom momento musical.
Um bem haja à organização do evento através da PP-AC.
Embora desconhecendo por completo ainda qualquer trabalho desta formação penso que a qualidade com que a organização do festival tem brindado os previlegiados que têm assistido a este evento único do género no panorama musical nacional e já reconhecido além-fronteiras, dita que será certamente mais um bom momento musical.
Um bem haja à organização do evento através da PP-AC.
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