quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Lapso imperdoável

Em tanto tempo de presença por aqui e ainda não havia trazido a este espaço uma das melhores bandas de sempre. Fica um dos fantásticos trabalhos da melhor época dos Genesis.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Hey you..

...out there in the cold, getting lonely, getting old... out there on you own...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Há coisas que nascem para ser destruidas!...

nem sempre as ideias brilhantes são as mais construtivas. Dado que tudo se encontra na internet nos dias de hoje e dado que o culto a um objecto tão inútil e estúpido como um iPhone através das ferramentas de marketing, achei por bem trazer a este espaço uma verdadeira homenagem ao bom gosto. o gosto pela destruição de uma das farsas mais bem montadas de sempre e de um objecto que é nada mais que um mito ridículo e caro sem qualquer mais-valia em relação a outros equipamentos há muito, muito tempo no mercado. perante a estupidez do mito a estúpida forma da sua destruição. ou quando a internet tenta fazer inveja à televisão.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

Glass Hammer

Bom velho prog sinfónico...

Estágios não remunerados são fraude



É necessário termos em conta que crescem as ofertas de estágios não remunerados principalmente na área dos Recursos Humanos. Estes estágios não só são eticamente reprováveis como devem ser denunciados como fraudes ao mercado de trabalho e como atentados aos direitos dos profissionais do sector em causa que se vêem confrontados com uma exploração em massa de mão de obra fazendo-se valer da situação económica que o país atravessa para contribuir para que ela seja ainda pior e se aprofundem as condições que geram a crise económica.

O trabalho gratuito é um atentado contra o direito a um salário sob a fraudulenta desculpa do estágio que repreenta já mais de metade da ofertas de suposto emprego no sector. Fraude porque para além de ser violador de direitos fundamentais ainda provoca um desvio nos dados sobre o desemprego. para todos os efeitos os estagiário que nada recebem são considerados empregados.

Há que intervir de forma firme sobre esta fraude laboral praticada por grande e pequenas empresas do sector e mesmo de outros sectores de actividade.

sábado, 18 de setembro de 2010

Progressivamente de regresso...

... Pain of Salvation: Diffidentia


Sarcozy, a Europa e os ciganos

Parece que finalmente um país europeu está a acordar para uma calamidade social que é a presença parasitária de comunidades ciganas inteiras que vivem meramente de rendimentos sociais e que não só não produzem como não querem produzir e ainda assim se acham no direito de exigir dos estados todas as benesses que não são dadas aos outros cidadãos. A França está a tomar um caminho racional e urgente.

A Europa está necessitada de população, de um rejuvenescimento para que seja sustentável a forma de vida que temos e para que possam continuar da mesma forma as garantias sociais que são apanágio deste velho continente mesmo em países que sempre viram com maus olhos medidas socializantes. O problema demográfico bem como o excesso de garantismo para aqueles que nunca produziram e nunca manifestaram sequer intenção de vir a produzir são questões que podem por em causa o próprio futuro da Europa tal como a conhecemos.

Em Portugal estima-se que mais de 80% dos ciganos de nacionalidade portuguesa ou não, sejam contemplados com rendimentos atribuídos pelo Estado, sendo que na esmagadora maioria das famílias representam a sua única fonte de rendimento. Para todos os outros cidadãos existe uma escolaridade obrigatória que não é de todo imposta a esta comunidade sobretudo aos seus elementos femininos. todos os outros cidadãos são punidos por posse de armas ilegais. na comunidade cigana é comum o porte de armas não licenciado sem que existam verdadeiras consequências. As casas atribuídas a custos controlados sempre em soluções de arrendamento são destruídas e transformadas em acampamentos selvagens. Quase toda uma comunidade vive às custas de uma população já de si saturada de impostos e taxas, de baixos salários e pensões e de parcos direitos e com tendência a piorarem no futuro sob o manto desta crise inventada e criada a gosto de alguns. é caso para dizer que, não podendo nós expatriar ciganos portugueses porque o são, cidadãos de pleno direito, devemos poder obrigar a que se cumpram as leis por esta comunidade e a que haja uma integração plena no cumprimento de todas as normas ou regras sociais. Aos que v~em de fora e estão constantemente a distribuir pelas ruas mulheres e crianças num negócio vergonhoso de mendigagem profissional, a esses deve ser aplicada a solução Sarcozy e devem ser recambiados para o sítio de onde vêm. Não é possível manter estados sociais sustentáveis se temos de suportar comunidades inteiras com estilos de vida parasitários. o discurso hipócrita contra a expulsões de França deve ser reavaliado porque França é de longe muito mais garantista que Portugal e os direitos do povo francês estão muito acima dos nossos. creio que à esquerda é fundamental a compreensão que todos têm de contribuir para que todos possam beneficiar. Não podemos sustentar uma comunidade inteira de bandidos, criminosos ou meramente de preguiçosos profissionais que ainda por cima vivem e constroem o que denominam como cultura na base da ignorância.

Ao agir desta forma Sarcozy assegura a Europa e não atraiçoa, como alguns sugeriram, o seu espírito. Não que nutra qualquer simpatia pelo Presidente francês, mas é fundamental tomar medidas e ter coragem de as assumir e explicar como sucedeu neste caso.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

...mais memórias...

Porque não resisto a ser um pouco politicamente incorrecto! Manuela Moura Guedes e Miguel Esteves Cardoso num fantásctico tema a relembrar. Tão fora do meu universo mas tão dentro do meu espírito...

Mais uma para quem gosta de boas memórias...

sábado, 4 de setembro de 2010

Que justiça esta...

Ao que perece ontem o país parou para ouvir e ver as imagens do julgamento mais mediático das últimas décadas. Pode parecer algo politicamente incorrecto mas não acredito pessoalmente te tenha sido feita qualquer tipo de justiça e muito menos que o julgamento tenha sido sobre algo de real e verdadeiro. Penso que este caso foi um enorme embuste quer a nível da comunicação, quer a nível do sistema judicial. Todos os personagens envolvivos são altamente sinistros, incluindo todos os intervenientes por parte da justiça. nada me leva a crer que os poucos eventuais elementos verdadeiros desta história tenham sequer sido tocados. Uma ou outra figuras terão conseguido as suas vinganças pessoais e certamente que os culpados por todos os acontecimentos que não duvido tenham efectivamente acontecido mas em moldes radicalmente diferentes, continuarão nos seus cantos sem serem perturbados pela justiça. quer no sistema, quer no seu conceito. Pessoalmente também, admito que tenho uma enorme relutância em entender como se condenam indivíduos baseando essa condenação em meras divagações, sem dados concretos. Ouvir as partes do acordão que foram divulgadas foi algo de penoso pois não deu para entender o que sucedeu de facto pois as decisões foram tomadas sobre datas desconhecidas, locais desconhecidos, tudo baseado em meros relatos difusos. A Justiça e o Estado de Direito não podem ser isto. Os crimes que demoram tanto tempo e que são jugados com base numa espécie de sondagem a um povo demais envenenado pelos seus orgãos de comunicação, são crimes que acabam efectivamente sem castigo. Não vale nada a sentença que será produzida pois vem com oito anos de atrasoo, plena de erros processuais, plena manipulação informativa e sem qualquer prova concreta e efectiva.

este caso leva a que, mais uma vez, se descredibilize de forma total um sistema que deixa de ser capaz de se impor porque prova ser permeável por interesses maiores e mesmo por simples necessidade de seguimento lógico aos julgamentos públicos que são feitos pela comunicação social. Independentemente dos vereditos, todos estes arguidos haviam já sido condenado há muito. E todas as vítimas, que as houve, lograram obter os seus bodes expiatórios para vingarem todos os abusos de que foram alvo.

Uma coisa é certa, ninguém sai bem deste processo. E não fico convencido de coisa alguma porque nada foi realmente fundamentado com factos que levem a um cabal conhecimento dos delitos na sua forma e conteúdo e com as pessoas correctas. não acredito que tenha saído a tradução da verdade dos factos nem as personagens daquela leitura. Estamos assim a caminhar para algo muito perigoso e em relação ao qual devemos estar muito atentos.

domingo, 8 de agosto de 2010

Blackberry e a Venezuela



Temos vindo a ouvir ou ler notícias sobre a proibição de determinados serviços suportados pelos terminais Blackberry. O que talvez muita gente não saiba por cá é que estes aparelhos são utilizados de forma massiva para ludibriar o governo venezuelano criando sistemas de comunicações que permitem escapar a todas as formas de controlo actuando no mesmo sentido no qual actuavam alguns orgãos de comunicação social. Um sentido de ilegalidade e de subversão clara. Contudo, e devido ao sistema destes dispositivos, é praticamente impossível desencriptar as comunicações dedicadas entre Blackberry. Daí a enorme popularidade destes aparelhos sobretudo junto de alguma da comunidade portuguesa instalada na venezuela, claramente anti-chavista e que pretende juntar-se às forças que pretendem derrubar o sistema em marcha naquele país. Não será de ter em consideração o cancelamento do funcionameno dos serviços dedicados destes dispositivos da canadiana Research in Motion? Não se trata de um problema dos equipamentos que estão extremamente bem concebidos tendo-se tornado nos sistemas de escritório móvel mais conhecidos como smartphones, mais populares do mercado. trata-se da forma perigosa como podem ser utilizadas algumas das suas funções. Alguns países optaram já por cancelar alguns desses serviços.

sábado, 7 de agosto de 2010

Ironias

Duas das principais marcas de automóveis de luxo encontram-se neste momento nas mãos de companhias de origem asiática. A Jaguar nas mãos da TATA Motors da Índia (comprada por 1,7 mil milhões de euros)e a Volvo nas mãos da também pouco famosa Geely da República Popular da China (negócio consumado por 1, 14 mil milhões de euros). Estamos perante um fenómeno curioso uma vez que os países ocidentais se vão desfazendo de símbolos que são sinónimos de mercados de luxo para empresas de mercados emergentes. Parece assim, que o nosso jet set está condenado a conduzir carros indianos ou chineses, enquanto o privilegiado povo conduz veículos franceses, alemães e italianos. No mínimo algo irónico...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Portagens nas SCUT

A decisão pela introdução nas portagens nas vias que até agora têm sido livres de custos directos para os utilizadores vem, no seguimento de toda uma política continuada de criação flagrante de assimetrias entre diversas zonas do país. No actual contexto é mais um atentado à estabilidade económica já por si muito debilitada na zona norte do país. É uma forma de sacar fundos onde mais profundamente se vão sentir os custos sociais destas medidas. Tanto a nível particular como a nível das pequenas e médias empresas. Origina a montante um aumento generalizado do custo dos produtos e serviços e a consequente baixa de poder económico numa população já por si muito afectada pela evolução desfavorável nos sectores produtivos nacionais.

É fundamental intervir contra mais esta medida potenciadora de maiores assimetrias.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma questão civilizacional





Segundo notícia divulgada entre outros locais, aqui, no Malawi, dois homens foram condenados a 14 anos de prisão por se terem casado, um com o outro, entenda-se. é necessário que se entenda a realidade aqui. Não se trata do facto de se terem casado. As acusações nada referem sobre esse facto uma vez que seria contraditório um país permitir casamento entre pessoas do mesmo sexo e depois impedi-las de terem relações sexuais. Foi por este facto que foram efectivamente acusados, tal como está expresso na notícia divulgada.

Mais do que uma questão de modas, mais do que uma questão de poderes instituídos ou escondidos, mais do que uma questão de direitos humanos trata-se aqui de uma questão civilizacional. Não admira que, quando olhamos para as taxas de natalidade e para os números da população dos países africanos e europeus, vemos quem, na realidade está em crescimento e em desenvolvimento. Não se trata de uma questão de mentalidades ou de moral. Trata-se de entender que as coisas, tal como estão a ser construídas na velha e decrépita Europa nada têm a ver com modernos conceitos de liberdade. Nada têm a ver com real preocupação com as pessoas. A Europa poluiu-se de elites múltiplas que a vão destruir a breve trecho. A civilização europeia está em definhamento e em decadência e olhamos de cá para o Malawi como se eles fossem civilizacionalmente atrasados.

Para quem defende que a morte e o desaparecimento é o melhor caminho para a humanidade, sem dúvida que esta irracionalidade civilizacional europeia está a desempenhar em pleno esse papel. Para a Europa se manter com uma população dentro dos limites do não risco de perda de sustentabilidade tem de recorrer à imigração que tanto repudia. Como é possível olhar esta Europa para os países que vão sustentando as suas taras com êxodos de população, com um desdém de superioridade? É como um moribundo que teima em rir-se de um recém-nascido porque julga que este não terá viabilidade para crescer.

O Malawi dá aqui uma lição à velha Europa. Colocam o problema no ponto errado mas a legislação dos países tem destas coisas. Mas a nível civilizacional, basta olhar para os dados e ver quem cresce a nível de população e quem definha. Nesta pseudo-modernidade a que nos vemos condenados inclusivamente agora também em Portugal corremos para esse definhamento assente nestes novos paradigmas sociais. Correcto será dizer que a verdadeira modernidade, ou pós-pós modernidade vem precisamente dali neste tema.
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domingo, 16 de maio de 2010

For You! You know it!



Momentos sublimes. Mais um parentesis ao progressivo.



sábado, 15 de maio de 2010

Case study de Marketing

Com esta visita do Papa Ratzinger, a igreja católica conseguiu mais uma vez, aplicar o marketing de uma forma brilhante e transformar a imagem sombria de um Papa frio e distante, numa figura que preenchesse as medidas de um povo ainda não esquecido do antecessor de Bento XVI, e que tanta importância teve para a continuidade da falsidade histórica tão conveniente à igreja, que foi Fátima.

Um verdadeiro case study de Marketing.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Crise escondida debaixo do tapete

Nada como uma visita papal acrescida de uma vitória do Benfica no campeonato nacional de futebol para fazer esquecer que as coisas estão críticas e que nos estão a tentar aceitar medidas irracionais e desastrosas em nome da sustentabilidade do país. durante uns dias o país para para se cloroformizar. O pior serão as cenas dos próximos capítulos. +E qu enquanto o folclore passa o país permanece a borbulhar...

sábado, 8 de maio de 2010

Laicismo no seu melhor

É suposto que Portugal seja u país em que Estado e igreja (católica apostólica romana, entenda-se) sejam entidades que, longe de se confundirem, nem sequer se tocam. E digo que é duposto porque, ao contrário de tudo quanto é expectável, a visita do cardeal Ratxinger a Portugal vestido de Papa está a fazer paralizar uma boa parte do país. Claro está que é uma aparente contradição. Este país é por si mesmo paralizado por natureza, contudo, esta visita papal está a criar o caos nas três principais cidades do país no dias em que vai dar-se a sua presença. Claro está, Lisboa, Gaia e Porto.

Mas longe de se indignarem, as pessoas parecem (e digo parecem porque ao que me dizem os espectadores de televisão é o uqe é mais transmitido) felizes e contentes porque um fulano nos vai visitar e revirar a vida de milhares de pessoas durante estes dias, sendo que, as condições nas quais o papa irá ser recebido nunca deveriam ser diferentes das mesmas que tem qualquer outro chefe de estado. E esta falta aparente de indignação, sendo certo que ela existe e não é demonstrada porque não interessa que o seja, torna-se mesmo chocante porque, qualquer outro acontecimento que obrigasse a tais medidas de segurança deveras difíceis de entender, seria, no mínimo, alvo de uma profunda inginação e alguns berros. Com o papa Portugal não berra, mesmo que sejam milhares de pessoas afectadas pela impossibilidade de se deslocarem livremente no seu próprio país porque o líder de uma seita maioritária resolve por aqui passear.

Em nome de uma verdadeira fé, deveria sua santidade confiar a sua segurança à própria senhora de Fátima. Não deveria ser o contribuinte de um Estado laico a pagar os devaneios evangelizadores de um líder de uma igreja desesperada por estar em crise crescente e em decadência permanente.